Institucional

Quem somos

A MCM Imóveis atua no mercado de Rio Branco-AC desde 2001, trabalhando de forma ética e transparente, tendo seu compromisso pautado sobre a responsabilidade de fazer negócios que gerem satisfação aos seus Clientes, buscando poder viabilizar o sonho da casa própria e o melhor retorno sobre o capital investido.

A imobiliária nasceu com um ideal bem determinado: construir a sua história no mercado imobiliário do Acre, de forma sólida, confiável e duradoura, constroi o seu nome gerando empregos, buscando qualidade, formando parcerias, estabelecendo padrões e fazendo amigos.

Desde o início, priorizou a formação de um sólido e eficiente departamento de vendas, comercializando imóveis de terceiros, paralelamente desenvolveu um forte departamento de locação, aumentando assim, seu ciclo de amizades e parceiros.

A equipe é formada de 30 corretores credenciados pelo CRECI/AC, altamente capacitados e qualificados para realizar o sonho imobiliário dos Clientes, em função do comprometimento em atender com excelência, focando nas necessidades do Mercado.

Portanto, são anos e anos de imóveis cadastrados, avaliados, alugados e vendidos de forma ininterrupta, gerando crescimento acima das médias de mercado, o que nos dá segurança de realmente estarmos construindo nossa história e o fortalecimento da marca MCM Imóveis no Mercado Imobiliário Acreano.

Localização

Conheça Rio Branco

Rio Branco não é uma cidade qualquer. Além de ser o mais antigo núcleo urbano do Acre, logo se constituiu como a maior e mais importante cidade acreana sendo por isso escolhida como a capital do antigo Território Federal e do Estado do Acre. Mas Rio Branco ainda aguarda a elaboração de pesquisas e a organização de sua história com a abrangência e importância que de fato possui para a configuração da sociedade acreana.

No princípio dos anos 70 a conjugação da profunda crise do extrativismo da borracha e dos “anos de chumbo” da ditadura militar teve efeito devastador sobre o Acre. O governo Vanderley Dantas decidido a modificar o eixo de desenvolvimento econômico regional estimulou a vinda de grandes empresas, fazendeiros e especuladores de terras para o Acre, em sintonia com a nova política proposta pelo regime militar. Os seringalistas falidos e sem crédito não têm como resistir e acabam por vender enormes áreas por preços muito baixos. Em poucos anos um terço de todas as terras acreanas muda de mãos.

 

Os novos donos da terra, conhecidos regionalmente como “paulistas”, fazem parte da frente de expansão da fronteira agrícola que atingiu os estados do centro-oeste antes de atingir Rondônia e o Acre através do programa POLONOROESTE e que previa, entre outras coisas, a abertura da BR-364. Esta frente se compõe não só por fazendeiros e grandes empresas, mas também por grileiros de terras, madeireiros e trabalhadores rurais do sul do país.

Ao atingir o Acre essa frente de expansão causou uma verdadeira implosão da estrutura social acreana na área florestal. O desmatamento promovido pelas madeireiras e a transformação dos seringais em fazendas levam ao êxodo milhares de famílias que há décadas habitavam a floresta, dela dependendo para o seu sustento. Esse novo fluxo migratório campo-cidade promove uma verdadeira explosão das cidades acreanas, em especial de Rio Branco que por sua condição de capital atrai a maioria dos seringueiros, castanheiros e ribeirinhos expulsos de suas colocações em todo o estado.

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